Clínica do Homem, saúde do homem, impotência, ereção
 
Sexo com Saúde

 

 

 

(Matéria completa em https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/sexo-com-saude/)

 

 

A equipe do Trabalho Com Sexo conversou com os terapeutas em massagem tântrica, Mahaprabhu e Prem Aditi, e com o uro-andrologista Francisco Costa Neto

 

É evidente a importância do sexo em um relacionamento. E quando um dos parceiros está passando por alguma disfunção e não consegue estabelecer uma relação sexual prazerosa, a comunhão pode ficar ameaçada.

 

A falta de libido é o problema que mais aflige as mulheres, cerca de 35% delas. Já os homens sofrem mais com a disfunção erétil, que atinge a todos em alguma fase da vida. Para esses e outros problemas existem tratamentos tanto na medicina, quanto alternativos.

 

Francisco Costa Neto/Foto:Divulgação

 

A andrologia, especialidade médica considerada a “ginecologia para homens”, tem por objetivo identificar e oferecer o tratamento necessário para a melhora do problema sexual que afeta o paciente. Um andrologista atua como um psicólogo a fim de entender o porquê de determinada disfunção estar atingindo aquela pessoa, naquele momento. Mas também prescreve medicamentos, como o famoso Viagra, e oferece tratamento cirúrgico, como os implantes de próteses penianas.

 

O Brasil não conta com especialização nessa área. Caso um médico queira se tornar um andrologista, precisará fazer um curso fora do país. Foi o caso do médico Francisco Costa Neto, um dos nossos entrevistados, que atua como uro-andrologista há mais de 20 anos, em Salvador.

 

Francisco iniciou sua carreira na medicina estudando ortopedia, até que foi trabalhar com o Urologista José de Freitas Melo no Centro de Pesquisa e Assistência em Reprodução Humana (Ceparh) e se interessou pela Andrologia. Depois disso resolveu se especializar nos Estados Unidos. 

Vasectomia não tem efeito colateral

 

 

(Matéria completa em http://www.costasulfm.com.br/index/noticias/id-85348/vasectomia_nao_tem_efeito_colateral__diz_especialista)

 

Apenas homens com mais de 25 anos ou com mais de 18 que já tenham dois filhos vivos podem fazer a esterilização, conforme prevê a legislação. 

 

 

Vista com desconfiança por uma porcentagem significativa dos homens, a vasectomia é uma cirurgia simples que funciona como método contraceptivo sem nenhum efeito colateral. É o que garante o urologista/andrologista e diretor da Clínica do Homem, Francisco Costa Neto. 

 

Segundo ele, “a cirurgia impede a presença de espermatozoides no sêmen, impedindo a fertilização da mulher no ato sexual e não inibe a ereção”. Apesar da maioria dos homens terem receio de perderem a virilidade após o procedimento, a vasectomia é uma cirurgia segura, que não altera o desempenho sexual. “Já fiz cerca de 5 mil procedimentos e nunca houve um caso de reversão espontânea e nenhuma queixa “, garante o especialista.

 

Apenas homens com mais de 25 anos ou com mais de 18 que já tenham dois filhos vivos podem fazer a esterilização, conforme prevê a legislação, no entanto, nos casos em que a gestação da parceira pode trazer riscos à vida da mulher, a cirurgia também é permitida. “A cirurgia pode ser feita com ou sem bisturi. No primeiro caso, é feito um pequeno corte de aproximadamente 1-2 cm na bolsa escrotal. É feita então a ligadura, corte dos canais deferentes e amarração das pontas. A pele é fechada com um ou dois pontos de fio absorvível”, explicou o médico.

 

Ele enfatizou ainda que, trata-se de um procedimento reversível e que apenas 5% dos pacientes mudam de idéia com o tempo, e optam por reverter à vasectomia. “O motivo é na maioria das vezes é o fim de um casamento e início de outro relacionamento. Nem sempre a cirurgia de reversão consegue reverter a infertilidade. Por isso, apesar da vasectomia ser reversível, nossa orientação é para que os pacientes só façam a cirurgia se estiverem bem certos de sua decisão”, explica Francisco Costa Neto.

 

Outra dica do especialista é congelar o esperma no Banco de Sêmen. “É um procedimento seguro, que evita os transtorno de uma nova intervenção cirúrgica”, observou. O médico disse ainda que a cirurgia reversível é mais delicada e mai cara que a vasectomia. “A cirurgia de vasectomia é simples, realizada em 30 minutos e custa cerca de R$1 mil, já a reversível, o procedimento dura cerca de cinco horas e não custa menos de R$15 mil”, revelou.

 

Ele também disse que o pós-operatório é tranqüilo. “Nos primeiros dias após a cirurgia, é comum apresentar um desconforto ou dor leve nos testículos, mas isso é facilmente controlável com analgésicos, suspensório escrotal e gelo local”, observou.

 

Francisco Costa Neto enfatizou ainda que, segundo declarações de seus pacientes o desempenho sexual melhora depois de fazer a esterilização. “Os pacientes contam que o desempenho na cama melhora, pois eles passam a fazer sexo sem se preocupar com uma possível gravidez. Estudos médicos realizados também indicam esse comportamento”, disse.

 

Dificuldades de ereção aumentam risco de problema cardíaco 

 

(Matéria completa em https://jornalgazetadooeste.com.br/noticias-mundo/dificuldades-de-erecao-aumentam-risco-de-um-problema-cardiaco/)

 

Homens que têm dificuldade de ereção estão mais propícios a ter problemas cardíacos, é o que aponta o estudo da Universidade Nacional da Austrália, publicado pela revista “Public Library of Science” (PLoS).

 

Conforme a pesquisa que avaliou 95 mil homens, acima de 45 anos, a disfunção erétil eleva o risco de um homem sofrer alguma doença cardiovascular durante a vida, independentemente de o indivíduo possuir histórico de problemas cardíacos.

 

Segundo o estudo, quem sofre de “disfunção erétil de moderada a grave, pode ser até oito vezes mais propenso a ter insuficiência cardíaca em comparação àquele que não apresenta a disfunção”. Na Bahia, de acordo com a pesquisa realizada pela Clínica do Homem, este problema atinge quase 50% dos homens com mais de 40 anos.

“48% dos homens baianos na faixa etária entre 40 e 70 anos atendidos na Clínica do Homem (CH), em Salvador, têm esse problema. Destes, 44% são hipertensos, 20% têm diabetes e 26% apresentam algum tipo de dislipidemia (taxas elevadas de colesterol ruim LDL)”, informou a clínica.

 

Segundo o urologista, especialista em andrologia, Francisco Costa Neto, “dos pacientes com mais de 40 anos que atendemos na Clínica, 62% são acometidos por escassez de testosterona ou deficiência androgênica do envelhecimento masculino (DAEM), também conhecida como andropausa. Destes, 29% apresentam problemas de ereção”, afirma.

 

O estudo astrauliano mostrou também que 92% dos homens que sofrem com dificuldade de ereção têm chances de apresentar doença arterial periférica (estreitamento das artérias nas extremidades inferiores); 66% de chances de sofrer um ataque cardíaco; e 60% de chances de desenvolver doença isquêmica do coração.

 

A disfunção erétil se dá quando ocorre a redução do tamanho e da rigidez peniana, incapacidade de obter e manter a ereção e redução do desempenho sexual.

Ainda conforme o médico, os principais sinais associados à disfunção erétil são: redução dos pelos corporais; atrofia ou ausência testicular; doença vascular periférica; neuropatia (distúrbio das funções do sistema nervoso).

 

Costa Neto explica que a melhor forma de prevenir é manter uma alimentação adequada, rica em frutas, verduras e legumes, e pobre em gordura, açúcar e sal. Os exercícios físicos também são fundamentais. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que se pratique 30 minutos de atividade física pelo menos cinco vezes por semana.

 

“Para quem fuma e ingere bebidas alcoólicas com frequência, os riscos de impulsionar o avanço da doença são ainda maiores. Portanto, se a pessoa apresenta fatores de risco como obesidade abdominal e glicemia alta, o mais indicado é procurar um médico para avaliação. Com diagnóstico precoce, é possível ter melhores resultados no tratamento”, ressalta.

Fonte: Tribuna da Bahia