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Telemedicina, como funciona?

Você já deve ter ouvido falar nesse novo modelo de assistência médica. Autorizada pelo Conselho Federal de Medicina de forma genérica desde 2002, a telemedicina ganha força agora, aproveitando os avanços tecnológicos, a vontade de otimizar a agenda, fugir do trânsito e muitas outras razões

A telemedicina abrange: 
Consulta e troca de informações entre instituições de saúde;
Informação de resultados de exames laboratoriais e de imagens;
Discussão de casos clínicos, principalmente relacionados a doenças raras;
Cirurgia robótica;
Assistência a pacientes crônicos, gestantes de alto risco e idosos.

Há diversas vantagens com a adoção da Telemedicina. Uma delas é a possibilidade de diminuir distâncias. Para os pacientes, essa tecnologia permite que eles tenham acesso à medicina de qualidade e também a profissionais referência, mesmo estando longe dos centros urbanos.

Podemos destacar algumas das vantagens da telemedicina:
Amplia o contato entre médicos e pacientes;
Acesso a especialistas e profissionais de referência;
Facilita a troca de informações entre os serviços de saúde;
Diminui o deslocamento de pacientes a hospitais e grandes centros urbanos;
Facilita a realização de exames, que podem ser feitos em clínicas e postos de saúde;
Melhora a qualidade dos laudos emitidos e agiliza a entrega.

A Telemedicina é a medicina do futuro, pois soma o conhecimento médico com a evolução e domínio das tecnologias de ponta. Ela vem com o propósito de prever o aparecimento de doenças, detectar precocemente um agravo à saúde ou evitar sequelas graves. Também tem como linha de atuação a inovação nos procedimentos minimamente invasivos.

Com a evolução do conhecimento científico e aprimoramento dos recursos tecnológicos na medicina do futuro será cada vez mais possível desenvolver tratamentos com mais acurácia, efetividade e segurança.

A aplicação da telemedicina é regulada pelas regras da Associação Americana de Telemedicina (American Telemedicine Association), sendo reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelas leis brasileiras.

 

 

 

 

A Lei 1.643 de 2002 do CFM é a que regulamenta os serviços de telemedicina como modalidade médica no Brasil. Além disso, a Lei nº12.842/2013, inclui a emissão dos laudos de exames e reforça que apenas médicos podem emitir o laudo à distância.
E há ainda outras normas relacionadas aos serviços de telemedicina no Brasil, que tratam do armazenamento de imagens e dados dos pacientes. Uma é a Resolução RDC/ANVISA n.º 302 de 2005, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que define a guarda de laudos médicos por cinco anos, pelas unidades que realizam os procedimentos. A legislação, somada a Resolução CFM nº 1.821/07, implica que as empresas prestadoras do serviço de telemedicina possuam meios tecnológicos seguros para armazenamento online de informações dos pacientes.